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Agilidade Emocional – uma arma contra o estresse

Agilidade Emocional – uma arma contra o estresse

Como se tornar emocionalmente ágil e controlar o estresse.

Vivemos em um ritmo acelerado e acompanhar todas as mudanças têm elevado os índices de estresse.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse atinge cerca de 90% da população mundial impactando  nos maus hábitos das pessoas e também no desempenho profissional. Ainda segundo a pesquisa,  o cenário favorece o desenvolvimento de uma série de doenças, como câncer, diabetes, hipertensão e depressão.  

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A depressão é um doença ligada ao estresse

 

Estamos tão estressados  e sobrecarregados com as demandas da vida, que é comum nos perdemos em nossas rotinas e adiar os planos de melhorias e mudanças.

Quando a rotina  passa a ser um peso nos sentimos encurralados, angustiados e aprisionados. Como se nada do que fizéssemos pudesse mudar a situação e passamos a viver em um sistema vicioso.

Para  elevar nosso padrão de qualidade de vida a primeira coisa a fazer é mudar a  forma de se relacionar com nosso interior  (pensamentos, emoções e opinião sobre nós mesmo). Pois  é isso que define nossas ações e consequentemente tudo o que importa em nossa vida.

Usando a emoção a nosso favor

 “Estar bem exige que possamos nos adaptar às mudanças e sermos ágeis emocionalmente.” – Susan David – criadora do termo Agilidade Emocional

Inteligência Emocional  é a capacidade de controlar impulsos, reconhecer e trabalhar as emoções em situações adequadas. Em vez de suprimir as emoções, devemos compreender a razão pela qual elas existem e sermos resilientes.

Ter consciência sobre as nossas emoções e a aceitá-las aumenta a qualidade das nossas respostas frente às adversidades que enfrentamos no dia a dia.  Assim podemos compreender nossas emoções e definir as melhores estratégias para sair das crises.

Susan David defende a importância do conceito para abrir espaço para reflexão: “As pessoas vivem muito mais estressadas e menos questionadoras em relação a este desconforto emocional. A mudança envolve ter uma abertura para falar sobre emoções e comportamentos. Se não estivermos abertos  para falar de emoções, dificilmente conseguiremos inovar e nos desenvolver.”

Ser emocionalmente ágil não consiste em desconsiderar emoções e  pensamentos negativos. Mas enfrentá-los e depois deixá-los pra trás para fazer com que as coisas importantes da vida realmente aconteça.

Desenvolvendo a Agilidade Emocional

O desenvolvimento desta habilidade consiste em quatro movimentos essenciais:

  • Olhar de frente:  Significa enfrentar os pensamentos, emoções e comportamento. Questionar se são válidos e apropriados  para o momento que vivemos ou apenas fragmentos (antigas crenças) que não conseguimos desvencilhar.
  • Afastar-se:  É quando entendemos que não somos aquele pensamento e aquela emoção. Ao entendermos isso criamos um espaço entre nossa emoção e a maneira como reagimos a ela. Esta observação evita que nossas experiências mentais nos controlem e que nossas atitudes sejam tomadas a partir delas.
  • Ser coerente com nossos motivos: Após conseguir criar este espaço entre  nossas emoções e quem realmente somos começamos a nos concentrar mais naquilo que realmente nos interessa, nossos valores essenciais e nossas metas mais importantes. Conseguimos traçar melhor a rota  a seguir, nossos valores essenciais oferece a bússola para que possamos avançar na direção certa.
  • Seguir em frente: Após detectar suas emoções e encará-las, o próximo passo é realizar pequenos ajustes. Ajustar algumas partes rotineiras e habituais da vida, pode proporcionar um grande poder de mudança.

Dicas Importantes

Deixe de perseguir a perfeição, desfrute do processo de viver assumindo que estar vivo significa às vezes se machucar, fracassar e cometer erros.

Aceite – se com seus defeitos mas caminhe sempre buscando a evolução, tenha claro seus objetivos e deixe para trás  questões que não são mais úteis para você.

Com essas atitudes é possível manter ao longo da vida um sentimento de desafio e crescimento saudável, enfrentando os momentos de estresse de forma equilibrada sem prejuízos para saúde física e mental.

Priscila Fragoso

Especialista Emocional

 

 

 

 

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Lesões na Corrida

Lesões na Corrida

As lesões na corrida

A corrida é um dos esportes que mais cresce no Brasil. Basta observar o grande número de corridas de rua que vemos praticamente todos os finais de semana Brasil a fora. Em 2016 foram realizados 469 eventos desta natureza com cerca de 820 mil inscritos, de acordo com levantamento feito pela Federação Paulista de Atletismo (FPA).

Os benefícios atribuídos à corrida incluem melhoria na saúde física e mental,  controle do peso, redução do estresse e participação social. Ao começar a correr regularmente, os corredores relatam mudanças em seus estilos de vida, incluindo melhores hábitos  alimentares, melhoria do sono e diminuição da ingestão de álcool e tabaco. Eles também relatam que a corrida faz com que se sintam mais felizes, mais relaxados e cheios de energia. Apesar de todos os benefícios da corrida, o número de  lesões  aos praticantes é preocupante.

Dentre as lesões mais frequentes observadas entre os corredores de longa distância, podem-se citar as chamadas “lesões por estresse” ou de sobrecarga, tais como tendinopatia do calcâneo, síndrome de estresse tibial medial, fraturas de estresse, tendinite do semimembranoso, tendinite do poplíteo, tendinite da “pata-de-ganso”, síndrome de trato ilio-tibial e a fascite plantar.

Fatores biomecânicos

A hiperpronação do pé é um dos fatores biomecânicos de risco mais frequente encontrados nas lesões de sobrecarga. A pronação é um movimento natural do corpo, quando o pé cai um pouco para dentro ao andar ou correr. Mas quando esse movimento ocorre em excesso, a aplicação de carga repetitiva na região aumenta e pode ocasionar lesões e dores. 

Frequentemente observada em praticantes de corridas, a pisada pronada faz com que o pé distribua as cargas de forma desproporcional, sobrecarregando algumas regiões do corpo, como o arco do pé, dedão, calcanhar, tornozelo, joelho e quadril. 

A pisada pronada é uma alteração que causa um desvio de postura na pessoa e acontece por vários motivos, como:

  • Pé muito plano, também chamado de “chato” (quando o arco é desabado, ou seja, quando toca o chão quase que por inteiro);
  • Joelho valgo (para dentro);
  • Fraqueza nos músculos profundos do pé e do tibial posterior – músculo que fica na perna e ajuda no suporte do arco e do pé durante o caminhar;
  • A adaptação do corpo a partir de um movimento errado durante exercícios.
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Hiperpronação do tornozelo

Correção dos fatores biomecânicos

Cada caso deve ser avaliado individualmente.

Caso a hiperpronação seja causada por fatores anatômicos uma palmilha proprioceptiva pode ser utilizada para corrigir desvio.

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Palmilhas proprioceptivas – são palmilhas confeccionadas individualmente com o objetivo reposicionar o corpo todo através de um estímulo gerado sob os pés.

Mas também podem haver desbalanços musculares que podem causar a hiperpronação, neste caso o fortalecimento e alongamento de grupos musculares são recomendados.

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Fortalecimento de tibial anterior, uma dos exercícios indicados para evitar a hiperpornação

Dicas para corredores

  1. Correr sobre superfícies planas e firmes,
  2. Evitar a utilização do mesmo tênis nos treinamentos em dias consecutivos,
  3. Procurar  alterar a velocidade e a superfície de treinamento em dias consecutivos,
  4. Realizar um período de aquecimento antes do inicio da corrida,
  5. Praticar regularmente exercícios de alongamento com atenção particular nos músculos do membros inferiores,
  6. Manter o período adequado de recuperação após treinamentos longos ou sobrecarga,
  7. Evitar treinamentos longos ou de sobrecarga nos dias de fadiga ou nos períodos de recuperação de lesões,
  8. Manter sempre hidratação adequada sobretudo em dias mais quentes.

Osteopatia e a corrida

“Se você quer correr melhor, você precisa se mover melhor” Jay Dicharry

Jay Dicharry é uma das maiores autoridade do mundo quando o assunto é corrida.

Ajudar o corpo a se mover melhor, livre de bloqueios articulares e desequilíbrios musculares é o papel do osteopata, mesmo quando não há uma lesão instalada. Assim, a osteopatia pode ajudar os corredores tanto preventivamente, quanto para equilibrar o corpo, promovendo uma melhor recuperação das lesões.

 

Thiago M. Rodriguez
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Hérnia de Disco

Hérnia de Disco

 

O que é hérnia de disco?

Alguns casos de dores na  coluna pode ter uma origem conhecida, como por exemplo a hérnia de disco.

No artigo sobre lombalgia abordamos as dores na coluna lombar de maneira genérica. Hoje falaremos de um problema bem comum que causa muita dor e geralmente muito medo nos pacientes.

O que são os discos?

Para compreender o que são hérnias de disco precisamos primeiramente entender o que são os discos intervertebrais.

O disco intervertebral é uma estrutura fibrocartilaginosa que tem como função permitir a mobilidade da coluna e amortecimento do peso do corpo. É dividido em duas partes, a parte externa é o ânulo fibroso e a interna o núcleo pulposo.

O ânulo fibroso, constituído por cartilagem fibrosa  que confere ao disco uma enorme resistência a carga axial. O núcleo pulposo tem uma consistência gelatinosa que contém aproximadamente 80% de água e tem função de amortecimentos dos choques axiais.

Tanto o núcleo quanto o ânulo fibroso absorvem água e é justamente este mecanismo de absorção de água que garante a saúde dos discos.

 

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Lesões dos discos intervertebrais

Fatores como herança genética, sedentarismo e tabagismo prejudicam a absorção de água pelos discos, o que os torna mais frágeis, iniciando os processos degenerativos do disco intervertebral.

Com a degeneração as fibras mais externas do disco se rompem, fragilizando a contenção do núcleo. Em algumas situações, em que não há ruptura completa do ânulo fibroso, o núcleo é forçado para áreas menos resistentes do disco, o que é chamado de protusão discal. Quando existe uma ruptura completa do ânulo fibroso o núcleo tende a migrar para fora do seu espaço habitual, o que é chamado de hérnia de disco.

Tanto em casos de protusão como em casos de hérnia de disco ocorre compressão das estruturas nervosa que emergem da medula espinhal. Esta compressão é o que gera os sintomas

 

Como saber é hérnia de disco e quais os principais sintomas

Sintomas da hérnia de disco

  • Dor ao longo do trajeto do nervo ciático que vai da coluna vertebral à nádega, coxa, perna e calcanhar;
  • Pode haver fraqueza nas pernas;
  • Dificuldade em levantar o pé deixando o calcanhar no chão;
  • Alteração no funcionamento do intestino ou bexiga, por compressão de nervos.

Tenho hérnia de disco, preciso operar ?

Em muitos casos não!

O tratamento conservador (sem cirurgia) funciona muito bem na grande maioria dos pacientes.

Em um trabalho do osteopata francês François Richard com 690 paciente, 91,32% tiveram bons resultados em diminuição de dor e retorno as atividades de vida diária, sendo que 60,98% puderam retornar ao esporte.

Vale ressaltar que os resultados foram obtidos após 7 ou 8 sessões de tratamento.

Em minha experiência 95% dos pacientes atendidos tiveram resultado positivo e recuperaram a qualidade de vida.

Outro fato a favor do tratamento conservador é que o corpo tem uma grande capacidade d reabsorver as hérnias de disco. Isso significa que as hérnias são mutáveis.

Hérnia de disco pode ser muito dolorida mas não é um atestado de incapacidade física e a indicação cirúrgica não é definitiva.

Thiago Rodriguez

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Enxaqueca

Enxaqueca

O que é enxaqueca?

A enxaqueca é um dos 150 tipo de cefaleia que existe. Acredita-se que no Brasil 15,8%  da população sofra com as enxaquecas. Esta é a terceira doença mais prevalente e a sétima que mais incapacita no mundo.

É uma doença neurovascular caracterizada por crises repetidas de dor de cabeça incapacitante. Embora  a dor de cabeça latejante seja o sintoma mais comum da enxaqueca, não é o único. Náuseas, vômitos, hipersensibilidade à luz, barulho e cheiros, também podem estar presentes.

Ainda não se conhecem as causas exatas da enxaqueca. Mas um processo inflamatório de origem neurológica, alterações químicas no cérebro e alterações vasculares parecem ser os principais responsáveis.

Alguns estímulos são capazes de determinar o surgimento de uma crise de enxaqueca nos indivíduos predispostos. Para cada paciente os fatores desencadeantes variam, mas entre eles podemos destacar:

  • estresse;
  • sono prolongado ou privação de sono;
  • jejum;
  • traumas cranianos;
  • ingestão de certos alimentos como chocolate, laranja, comidas gordurosas e lácteas;
  • privação da cafeína, nos indivíduos que consomem grandes quantidades de café durante a semana e não repetem a ingestão durante o fim de semana;
  • uso de medicamentos vasodilatadores;
  • exposição a ruídos altos, odores fortes ou temperaturas elevadas;
  • mudanças súbitas da pressão atmosférica, como as experimentadas nos vôos em grandes altitudes; alterações climáticas; exercícios intensos;
  • alterações hormonais.

Como a osteopatia pode ajudar quem sofre  com enxaquecas?

Durante as crises de enxaqueca a osteopatia pode atenuar a dor, e fora dos períodos de crise  é que o tratamento irá se desenvolver com o objetivo de ser um fator preventivo.

É fundamental que o osteopata busque a origem dos sintomas, circunstâncias de aparecimento,frequência, localização, duração, etc. Munido de informações o profissional poderá ter um panorama global do corpo do paciente e poderá atuar de forma assertiva.  Com manipulações suaves, indolores e sem perigo, o osteopata corrige as disfunções. Por se tratar de uma abordagem holística muitas vezes o tratamento não é voltado apenas para a região da cabeça. Todo eixo da coluna vertebral, bem como as vísceras abdominais podem ser abordados buscando estimular o corpo as encontrar seu equilíbrio e com isso o controle da enxaqueca. 

Mudanças de hábitos também podem ajudar

Sobre Icon

Organizar adequadamente a carga de trabalho, evitando o acúmulo de tarefas e levar tarefas para casa. Acredite, isso é possível mesmo com altas demandas;

Sobre Icon

Estabelecer uma rotina para o sono, com média de 7 a 8 horas por dia

Sobre Icon

Eliminar os alimentos identificados como desencadeantes das crises, o que varia de pessoa a pessoa, como os que contêm álcool, cafeína e condimentos fortes, por exemplo;

Sobre Icon

Alimentar-se em horários regulares, evitando “pular” as refeições

Sobre Icon

Evitar o uso indiscriminado de analgésicos sem prescrição médica

Sobre Icon

Realizar atividades aeróbicas leves regularmente (mínimo 3x/semana)

Sobre Icon

Inserir em sua rotina atividades que beneficiem o relaxamento e o alívio do estresse, como a prática de hobbies, leituras, meditação, entre outros.

Sobre Icon

Evitar exposição a luz, ruídos e cheiros fortes, especialmente durante as crises;

O Tratamento Osteopático em conjunto com hábitos mais saudáveis possibilitará maior qualidade de vida, bem estar, diminuição ou até mesmo exclusão das crises de enxaqueca.

Thiago Rodriguez

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Lombalgia

Lombalgia

Conhecer a lombalgia é uma arma poderosa para encarar as dores.

A lombalgia é altamente incidente ao redor do mundo, por isso muitos pesquisadores se dedicam a investigar sobre o tema. Atualmente passamos por uma grande revolução no cuidado com a coluna. E este conhecimento agregado ajuda tanto profissionais da saúde quanto os paciente a lidarem melhor com a dor lombar.

“Conheça a si mesmo e ao inimigo e, em cem batalhas você nunca correrá perigo.”   Zun Tsu – A Arte da Guerra.

A coluna é uma das partes mais fortes do corpo.  Constituída de blocos ósseos sólidos unidos por discos que dão força e flexibilidade a coluna, reforçada por ligamentos fortes e cercada por músculos grandes e poderosos que a protegem.  Surpreendentemente é difícil machucar a coluna. A maioria das pessoas com lombalgia não tem algum dano em sua coluna. Muito poucas pessoas que têm dor nas costas apresentam alguma lesão em um disco ou um nervo pinçado.

coluna vertebral de vidro

Dizer que a coluna é frágil é um grande mito, na verdade ela é muito resistente

A verdade é que na maioria das pessoas, não podemos identificar exatamente fonte do problema. Pode ser frustrante não saber exatamente o que está errado. Mas por outro lado é uma boa notícia – você não tem nenhum problema sério, doença ou qualquer dano grave nas suas costas. A maior parte da vezes a lombalgia vem dos músculos, ligamentos e articulações da coluna. A coluna simplesmente não está se movendo e trabalhando como deveria. Então, o que você precisa fazer é trabalhar para que a coluna volte a se mover corretamente.

O estresse pode aumentar a quantidade de dor que você sente. A tensão causa espasmos musculares e os músculos  se tornam dolorosos. Portanto controlar fatores emocionais também é  determinante para a resolução da lombalgia.

Tratamento da Lombalgia

Antigamente o tratamento da lombalgia consistia em repouso. Mas repouso prolongado na cama por mais de um ou dois dias não é bom, pois causa fraqueza óssea e  muscular, o corpo fica mais rígido, você vai perdendo aptidão física, fica deprimido(a) e torna-se cada vez mais difícil  livrar-se da dor.

Atualmente o objetivo da fisioterapia é recuperar o paciente mais rápido possível. O paciente deve mover-se de maneira natural e sem limitações, readquirindo assim sua funcionalidade e independência.

O tratamento é dividido em fases. Primeiramente o fisioterapeuta trabalha para controlar os sintomas do paciente, nesta fase a osteopatia é muito indicada. Em um segundo momento, o tratamento evolui para uma fase de controle motor com exercícios de fortalecimento e alongamento. Por fim a terceira fase (otimização funcional) em que o paciente será preparado para o retorno as atividades físicas de maneira progressiva.

Um diagnóstico de dor lombar não é uma condenação, uma vida plena e sem dor é possível. Adquirir hábitos mais saudáveis, praticar atividades físicas e procurar ajuda profissional ajudará no alívio da dor possibilitando maior qualidade de vida. 

Técnicas como Osteopatia e Acupuntura além de diminuir a dor reduz o consumo de medicamentos, sendo benéfico para o corpo. Para casos de dor agravada por estresse  a terapia e outras técnicas holísticas podem ser grandes aliadas.

Recomendação: Em caso de Dor Lombar : Mexa- se!!

Procure sempre orientação profissional.

Thiago Rodriguez

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Condropatia patelar

Condropatia patelar

Condropatia Patelar

Dor anterior no joelho, principalmente ao subir ou descer escadas, dor quando se levanta após passar muito tempo sentado? Pode ser sinal de uma condropatia patelar que pode ter consequências graves a longo prazo.

Anatomia

A cartilagem da patelar é a mais espessa do corpo. Isso se deve ao fato dessa cartilagem ser submetida a altas cargas durantes os movimentos do dia-a-dia, principalmente durante a prática de esportes de impacto.  A condropatia patelar é a lesão desta cartilagem pelo atrito incorreto da patela contra o fêmur.  É uma doença relativamente comum em indivíduos jovens, principalmente as mulheres. 

cartilagem patelar

Sinais e Sintomas

O sintoma mais comum é a dor na região anterior do joelho,  em atividades diárias como subir e descer escadas, levantar após permanecer muito tempo sentado. É bastante comum que a dor tenha um inicio sem uma causa aparente como um trauma, geralmente coincide com o início de uma prática esportiva. Outro sinal importante da condropatia é a crepitação (aquele “croc-croc”) durante os movimentos  do joelho. Isso se deve a musculatura anterior da coxa que força a patela contra o fêmur principalmente no início da extensão do joelho, pode  ainda apresentar inchaço.

Causas

Existem muitos fatores que podem predispor a condropatia patelar. Alterações anatômicas no formato da patela ou do  fêmur que comprometem o encaixe dos dois ossos. Fatores biomecânicos como encurtamento da musculatura posterior da coxa, ou fraqueza dos músculos da coxa ou do quadril.  Ou ainda falta de controle motor que leva a uma falha dinâmica do encaixe entre a patela e o fêmur. O valgo dinâmico é caracterizado pelo movimento excessivo de adução de quadril, rotação medial (joelho para dentro) e hiperpronação de calcâneo (pisada para dentro), durante o andar, descer degraus e correr por exemplo. 

valgo dinâmico de joelho

Valgo dinâmico predispõe a condropatia patelar

 

Tratamento

A fisioterapia é um tratamento eficaz em 90% dos casos. Inicialmente o tratamento visa controlar os sintomas e o processo inflamatório. Em uma segunda fase o enfoque do tratamento passa a ser a estabilidade e a absorção de impacto pela articulação patelofemoral. Para isso  são utilizados exercícios de fortalecimento dos músculos do joelho e do quadril. 

Além do fortalecimento, o treino do controle dinâmico dos membros inferiores é parte fundamental do tratamento. É realizado um treino progressivo de reeducação, voltado para a correção de padrões anormais de movimento  durante atividades com descarga de peso, na tentativa de melhorar o encaixe entre a patela e o fêmur durante todo o arco de movimento do joelho. Isso garante uma melhor distribuição de cargas por toda a superfície da patela, reduzindo a sobrecarga na cartilagem e demais estruturas do joelho.

Visão da osteopatia

Na visão da osteopatia a condropatia patelar pode ser causada por disfunções em articulações distantes do joelho, como o tornozelo ou o quadril. Um entorse de tornozelo, por exemplo, pode a longo prazo predispor o surgimento de uma condropatia patelar, devido a alterações mecânicas causadas por bloqueios articulares gerados pelo entorse. Neste caso o tratamento convencional surtirá pouco efeito.   A osteopatia e a fisioterapia convencional são práticas complementares. Cada uma tem sua parcela de importância na recuperação do paciente.

Thiago Rodriguez

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Equilíbrio Emocional x Saúde

Equilíbrio Emocional x Saúde

Equilíbrio emocional é fator determinante para Saúde

Desenvolver equilíbrio emocional é o segredo para sentir confiança, alegria e disposição. É importante ressaltar que controlar as emoções, não significa bloquear as emoções ruins e viver em constante estado de felicidade ( como seres humanos que somos, isso seria impossível).

Controle emocional é  saber identificar as emoções e direciona-las para  não tomar decisões precipitadas. 

A vida é instável e não controlamos todos os acontecimentos,  isso muitas vezes gera estresse. Acertos e erros caminham lado a lado, são parte da vida e precisamos aprender a lidar com ambos, sempre.

Quando o controle sobre as emoções é perdido, a autoestima baixa e a tomada de decisões insatisfatórias torna-se mais frequente gerando alto nível de estresse. O estresse leva a problemas como depressão, ansiedade, problemas no aparelho digestivo, insônia, agitação e dores no corpo. Gerando, assim, um ciclo infinito de dor e problemas.

Especialistas incentivam a busca por soluções práticas e a aceitação dos fracassos como forma de aprendizado.

Por outro lado, um bom controle emocional diminui os níveis de estresse físico e psicológico, aumenta a imunidade, a autoestima e a concentração.

Além disso, melhora a predisposição para relacionamentos interpessoais e ainda reduz sentimentos como raiva, medo e impaciência.

Algumas técnicas podem ser muito eficiente para alcançar o equilíbrio emocional. A meditação é um exercício que age no cérebro proporcionando maior domínio das emoções.  A prática da  Yoga integra benefícios para o corpo e para alma em um processo com troca entre energia física e emocional segundo as tradições milenares. Contudo, em alguns casos a ajuda de um terapeuta pode ser de fundamental importância.

 

Priscila Fragoso 

 

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Osteopatia na gestação

Osteopatia na gestação

 

Os benefícios da osteopatia na gestação

A gestação é um período de mudanças no corpo da mulher. Inchaço nas pernas, lombalgia, alterações  dos sistemas digestivo e urinário são alguns dos contratempos comuns durante a gestação. Para aliviá-los pontualmente, normalmente a gestante recorre a  drenagem linfática ou às massagens. Mas, se a ideia for lidar com a origem desses problemas, o ideal é procurar a Osteopatia.

A visão da osteopatia é focada no paciente, estimulando o funcionamento natural e o equilíbrio do corpo. Na gestação a mulher tem necessidades específicas devido as alterações fisiológicas causadas pelo crescimento do bebê. Eventualmente essas alterações podem vir acompanhadas de dores e desconforto.

A partir do terceiro mês de gravidez, toda mulher pode se submeter à osteopatia, não há contraindicação. Antes disso, porém, é recomendado que o osteopata e o médico obstetra que acompanha a gestação, estejam alinhados.

Na prática, o osteopata manipula os pontos certos do corpo para trabalhar cada dor. A técnica alcança o local de origem do incômodo e provoca um estímulo para que os corpo se reorganize, eliminando a dor. Naturalmente esses estímulos são bastante suaves, ainda mais durante a gestação, não havendo riscos para  o bebê que está se formando.

O bebê é beneficiado indiretamente com o tratamento osteopático. Com a mãe mais relaxada, os sistemas equilibrados e a circulação em ordem, o bebê recebe de maneira mais eficiente o oxigênio e os nutrientes vindos da mãe e desenvolve-se melhor. 

A frequência do tratamento durante depende das necessidades da gestante. O osteopata é capaz de fazer um trabalho preventivo, percebendo antecipadamente as alterações posturais que aumentam o risco de desenvolver dores.

Na reta final da gestação, a osteopatia também é uma forte aliada na preparação do corpo para o parto natural. A mobilização da pelve evita que a mulher tenha problemas como uma luxação no cóccix. Promove ainda o relaxamento dos músculos do períneo aumentando a elasticidade o que facilita a passagem do bebê.

Thiago Rodriguez

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A Osteopatia na Saúde da Mulher

A Osteopatia na Saúde da Mulher

OS BENEFÍCIOS DA OSTEOPATIA NA SAÚDE DA MULHER

O Tratamento osteopático pode ser um grande aliado na saúde da mulher. Segundo estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas (Cemicamp) as Brasileiras são as que mais sofrem com a TPM .

“As mulheres brasileiras sofrem mais de tensão pré-menstrual (TPM) do que as europeias e as norte-americanas, diz o estudo inédito. Na pesquisa realizada com 860 mulheres, 80% disseram que têm ou já tiveram TPM.”

Fonte: Último Segundo – iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/brasileiras-sao-as-que-mais-sofrem-com-a-tpm/n1237683991779.html

Dentro desta visão global, a osteopatia ginecológica cuida da saúde da mulher e seu organismo, atendendo às possíveis disfunções geradas no nível visceral, estrutural, neurovegetativo e hormonal. Melhorando a funcionalidade e o equilíbrio entre elas.

Além de ajudar na melhora dos sintomas no período menstrual, existem outras áreas de atuação para a Osteopatia ginecológica:

Desordem do ciclo menstrual: menstruações dolorosas (dismenorreia), ciclos irregulares, enxaquecas, dores de cabeça, dispareunia (dor nas relações sexuais), lombalgia, distúrbios intestinais, congestão pélvica, etc.

Preparação  pré e pós-parto: Preparação para as várias mudanças no corpo durante a gravidez , evitando patologias que levam à dor e possíveis complicações no momento do parto.

Problemas de infertilidade: adesões, cicatrizes, disfunções do útero, ovários e trompas de Falópio.

A osteopatia ginecológica não representa uma terapia invasiva. O objetivo é normalizar a estrutura, a fisiologia e o funcionamento do metabolismo feminino.

É válido ressaltar que o tratamento com Osteopata não dispensa os cuidados e acompanhamento do médico ginecologista. Cada caso é analisado individualmente, e é de fundamental importância a realização de exames periódicos.

Thiago Rodriguez

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(DTM|ATM) – Disfunção Temporomandibular

(DTM|ATM) – Disfunção Temporomandibular

Disfunção temporomandibular  – Como aliviar dores e tratar

Você sofre com dores de cabeça frequente, sente estalidos na musculatura da face?

Fique alerta, pois esses sinais podem estar relacionados a Disfunção temporomandibular.

A Disfunção Temporomandibular é um problema relativamente comum,  porém com diagnósticos que podem confundir devido muitos sintomas associados.

A disfunção temporomandibular (DTM) é o funcionamento anormal  da ATM (Articulação Temporomandibular) que pode provocar sintomas dolorosos e inflamatórios refletindo negativamente na vida da pessoa. 

A ATM une a mandíbula ao crânio, sendo a articulação mais utilizada de todo o corpo, realizando aproximadamente 2000 movimentos por dia, ao falar, mastigar ou bocejar.

CAUSAS DA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

As causas mais comuns de disfunção temporomandibular são: Má oclusão dental, alterações posturais da coluna cervical, traumas, causas reumatológicas, chicote cervical (comum em acidentes de carro), hábitos para funcionais (roer unhas, morder objetos, bruxismo, apertar os lábios), e fatores emocionais como ansiedade e depressão.

SINTOMAS

  •  Dor de cabeça (principalmente ao acordar);
  • Cansaço da musculatura mastigatória;
  •  Zumbido no ouvido;
  • Dor cervical;
  • Limitação da abertura da boca;
  • Estalidos ao movimento a mandíbula;
  • Apertamento dentário;
  • Dor na face.

TRATAMENTOS: OSTEOPATIA NO TRATAMENTO DA DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

A osteopatia tem como objetivos minimizar a dor, melhorar a amplitude de movimento, melhorar a postura e reduzir o processo inflamatório. 

Na grande maioria dos casos consegue-se um alívio quase que imediato da dor. Vale ressaltar que o  tratamento deve ter caráter multidisciplinar, envolvendo além do Osteopata, o Cirurgião buco maxilo e o Especialista emocional.

Cada profissional dentro da sua especialidade pode contribuir para um atendimento global e assertivo na resolução do problema.

Após realizar uma avaliação completa, o Osteopata  realizará o tratamento exclusivamente de forma manual. No tratamento deve-se levar em conta não apenas a ATM, mas também a coluna cervical, os ombros,a coluna dorsal, a posição e movimentos dos olhos, e outras estruturas que possa estar relacionadas a queixa do paciente.

Thiago Rodriguez 

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