Dorme e acorda com sensação de fadiga? Você pode estar doente.

Sente-se extremamente exausta, com uma fadiga que costuma piorar com a atividade física ou mental, e que também não melhora com o repouso? Costuma ter  dores musculares e nas articulações, além de dificuldade de concentração e para lembrar-se das coisas? Saiba que no mundo cerca de 24 milhões de pessoas sentem a mesma coisa.

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Ainda não é possível explicar a causa, mas acredita-se em uma somatória de fatores que vão desde infecções virais, problemas no sistema imunológico a desequilíbrios hormonais. Além de fatores externos como o estresse originado principalmente no trabalho e nas relações íntimas e familiares.

A doença afeta principalmente mulheres entre os 20 e os 50 anos, embora possa ocorrer em pessoas de todas as idades, incluindo crianças gerando algumas incapacidades que  exigem mudanças no estilo de vida.

Pode ainda ser confundida com a fibromialgia. (para saber mais sobre fibromialgia clique aqui) 

Sintomas  da síndrome da fadiga crônica

São observados oito sinais e sintomas oficiais, elencados pelos médicos como uma espécie de critério para o diagnóstico da doença. O principal sintoma, evidentemente, é o que dá origem ao seu nome: fadiga.

Os outros sete sinais são:

  • Perda de memória ou de concentração
  • Garganta inflamada
  • Aumento dos gânglios no pescoço ou nas axilas
  • Dor muscular inexplicável
  • Dor nas articulações, principalmente quando a dor migra de uma articulação para outra, sem apresentar, no entanto, nenhum sinal de inchaço ou vermelhidão na área afetada
  • Dor de cabeça
  • Sono recorrente e intermitente
  • Exaustão extrema que dura mais de 24 horas após o exercício físico ou mental.

No entanto, os pacientes podem, ainda, apresentar sintomas diferentes destes, como febre, irritabilidade e confusão.

 

Tratamento

Na maioria dos casos, os sintomas da síndrome da fadiga crônica diminuem com o passar do tempo, porém não existe uma cura. Por isso, os tratamentos são indicados para manutenção da qualidade de vida e diminuição dos impactos sobre a  funcionalidade.

 Os únicos tratamentos de eficácia comprovada  são a terapia cognitivo-comportamental e exercícios regulares sob orientação.

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Além disso, as terapias alternativas como a psicoterapia holísticas, aromaterapia, terapia com florais e técnicas corporais como a osteopatia colaboram para a saúde física e mental por reduzirem os sintomas.

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